Apresentador Datena é nota 10!

O apresentador Datena conseguiu com suas perguntas o que o povo queria saber e, como é de sua
personalidade, insistiu para que deixassem bem claras as respostas. Não dá para enganar o Datena nem enrolar com meias verdades. Sem agenda, ele colocou ao vivo no seu programa da TV o Prefeito Covas, o Presidente Bolsonaro e o Ministro Heleno.

Perguntou ao Covas que explicasse a explosão da cracolândia, mesmo com a promessa de seu programa de Governo de erradicar essa praga. Com detalhes, Covas explicou como estavam encarando o problema da cracolândia na Capital, responsável pela paralisação do trânsito e a movimentação de todas as polícias para controlar a depredação do patrimônio público.

Essa reação é dos traficantes fornecedores da droga que estão vendo seu mercado reduzindo. Covas foi honesto, coisa rara em político, e disse que vai continuar com o programa que é muito delicado por envolver entes humanos viciados, e a recuperação é lenta e já se tornou possível. Tudo indica que estejam ganhando lentamente essa guerra.

Datena jogou no ar a pergunta ao Governo: se o Brasil ia se envolver em ação armada na Venezuela. Bolsonaro entrou no ar pessoalmente para explicar que convocou uma reunião urgente para analisar o
desenvolvimento da crise no país vizinho, mas que não tomaria nenhuma medida sem antes consultar o Conselho Nacional de Defesa e a posição era de não se envolver em ações militares na fronteira.

Datena aproveitou para saber se ele iria se engajar mais visando a aprovação de reforma da Previdência e ele confirmou que sim, porque o país precisa estancar essa despesa. Em seguida perguntou pela Reforma Tributária e Bolsonaro foi enfático ao afirmar que não permitiria que fosse instituído o imposto único, projeto do Secretário Marcos Cintra, porque as igrejas fazem um serviço
social muito amplo e devem ficar isentas. Estão trabalhando noutro tipo de reforma.

Em seguida entrou ao vivo o General Augusto Heleno, que esclareceu com detalhes a opção de não-intervenção militar na Venezuela, por não ser permitida pela Política Externa de Estado, estabelecida na Carta Magna. Informou que estão procurando amenizar a situação pessoal do êxodo do povo da Venezuela. É uma situação inusitada pois não se esperava que fossem tantos e o Governo destacou verbas para serem utilizadas pelo Exército e pela sociedade de Roraima. Conseguiu construir barracas de campanha, mobilizar os serviços de saúde e alimentação para garantir estabilidade e segurança àquela população móvel e para os brasileiros que lá habitam, e está a aguardar a definição interna do governo venezuelano para decidir o que fazer. A fronteira está tranquila.

Nenhum jornal, nem o Estadão, sequer mencionou essas entrevistas ao vivo. Qual é a ideia da imprensa? É manter o povo desinformado?

No mesmo dia da entrevista apareceu somente uma nota no jornal de um líder religioso pedindo ao Bolsonaro para demitir o Marcos Cintra, que propôs o imposto único, segundo o qual todos pagam, como manda a Constituição, todos iguais perante a Lei.

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