Gol de placa do Bolsonaro

Sim, Bolsonaro fez um gol de placa por ter escolhido o Paulo Guedes sério e competente para chefiar a ‘Reconstrução da Economia’.

Pela primeira vez, desde quando o Ministro Roberto Campos publicou em 13/01/91 no jornal O Estado de São Paulo o artigo: Reforma ou Revolução com a afirmação: “Imposto sobre movimentação bancária só seria revolucionário se fosse imposto único e não um imposto a mais”, foi agora ressuscitado pelo Guedes para uma revolução econômica no Brasil.

Os economistas criaram um “imposto a mais” e por isso não deu certo. Agora afirmam sem nem saber do que se trata, que o imposto único também não dará. Essa proposta terá de ser aprovada pelo povo, em plebiscito e dois meses depois de sancionada, o pais decola para o desenvolvimento.

O que o Paulo Guedes propõe é o imposto único, aos moldes da CPMF. Substituirá todos os outros, e assim a carga tributária será distribuída de modo equânime entre todos.

O Bolsonaro publicou que a sua equipe trabalha para a “redução da carga tributária: chega de impostos é o nosso lema”.

Corretíssimo. É o que o Guedes está fazendo com o imposto único. Hoje só a metade dos que deveriam pagar imposto paga.

Resultado: quem paga, tem de pagar o dobro.

Um país de todos os brasileiros deve ter um sistema de coleta de impostos em que todas as atividades contribuam para pagar as despesas de sua administração como a CPMF, sendo ela “o” imposto único. A CPMF é simples, de introdução imediata a custo zero, fácil de operar e auditar, isento de corrupção e sonegação e para a qual todos contribuem.

Resultado:
– o custo de vida cai para a metade;
– desaparece o Imposto de renda, o Leão é aposentado, o salários são acrescidos por não descontarem mais IR;
– arrecadação é a da CPMF pelos bancos e a sua divisão pelos entes da Federação será discutida e aprovada pelo Congresso anualmente onde estarão todos representados. Acaba com as reclamações de Estados e Municípios;
– o custo Brasil cai de 37% para 18%, igual ao dos EUA e recoloca o país no concerto comercial das Nações. Hoje, a produção no país custa 40% mais que nos demais países. Isso acaba. Podemos voltar a trabalhar e competir recriando nossos empregos;
– corruptos, corruptores, bandidos, ladrões, religiosos, bicheiros, milicianos e sonegadores são contra. Ninguém quer pagar, mas pagarão, não têm saída;
– inflação vai a zero definitivamente: o governo só pode gastar o que arrecada;
– a estabilidade volta à economia e com isso os investimentos;
– o imposto único vai custar 3% de todas as transações que passarem pelo Banco.

Para cumprir a Constituição não tem que haver isenção ou redução para ninguém, nem para o próprio Governo. Todos são iguais perante a Lei.

Essa é a reforma que o país precisa. Depende de aprovação do povo via plebiscito e só outro plebiscito pode alterá-la. O problema da Previdência e do ajuste fiscal foram produzidos por atos administrativos e em seis meses ambos estarão resolvidos definitivamente e não afetarão o imposto único.

O Paulo Guedes consegue com esse imposto uma redução tarifária de 50%, a maior possível na economia.

Nenhum economista propôs nada até hoje. É preciso ter competência para criticar essa proposta e, como não têm, apelam para apregoar na mídia “A CRISE DO NOVO IMPOSTO” entre Bolsonaro e sua equipe.

Não existe crise. O Bolsonaro sempre afirmou que a economia é com o Guedes.

Aproveitam ele não poder estar participando dos trabalhos da equipe por culpa dos aloprados que tentaram matá-lo. Nem sabem o que estão criticando, mas apelam afirmando essa mentira. Só que não cola mais.

Dia 25, terça feira às 19 horas será lançado o livro “Como acabar com a crise” na Livraria da Travessa de Ipanema.

Nele estão as medidas de como corrigir o que de errado fizeram com o Brasil, debatidas nos Fóruns do Estadão.

Vamos acabar com essa crise votando de modo consciente. Ditadura nunca deu certo no mundo. Competência e seriedade sim, é o que demonstrou o Paulo Guedes.

 

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