A reconstrução do Brasil – Primeira parte – As origens da crise

Estão descritas nas 47 partes desses artigos no Blog – Temquemudar.com – Antonio Didier o resumo dos debates realizados nos 15 Fóruns realizados pelo Jornal Estado de S. Paulo e registrados no livro “A reconstrução do Brasil” do jornalista do Estadão José Fucs e a conversão dos debates em medidas Executivas de “Como acabar com a crise” publicada recentemente pela editora Jaguatirica para orientar os presidenciáveis com sugestões de ações exclusivas desse poder.

Os fatos e as origens das medidas de destruição do país.

1. Os governos aumentaram os impostos até o custo Brasil atingir 37% autorizados pelo artigo 145 da Constituição. Alcançaram o limite de impostos de qualquer economia. É perder tempo pensar em aumentar impostos, única política conhecida e únicas medidas propostas pelo Ministério da Fazenda.
2. O Ministério da Fazenda (MF) reduziu o dólar de importação para 12%, 8% e 2% para diversos produtos: tudo inconstitucional, por não ser estendido o mesmo benefício para todos.
3. O MF comandou o BC e reduziu o dólar comercial até atingir R$ 1,69 por dólar quando o custo real é R$ 3,20 para inviabilizar monetariamente as exportações.
4. Os produtos brasileiros passaram a custar 30% a mais do que os produtos estrangeiros. Em 2014, 24% de todos os produtos no nosso mercado interno eram estrangeiros. Resultado: demissões aqui e emprego no estrangeiro.
5. Todos os governos, federal, estaduais e municipais emitiram em 25 anos, 4.5 milhões de interferências na economia, uma a cada vinte minutos. Como não dá para administrar empresas com tanta mudança, conseguiram afastar definitivamente qualquer possibilidade de investimentos neste país e o desemprego atingiu 14 milhões. Sem condições de emprego, 26 milhões de brasileiros em idade economicamente ativa.
5-A. Não conseguiram destruir o Agro e as exportações por não pagar imposto e ser protegida por lei específica do Congresso.
6. A destruição da indústria, retirando os salários do mercado, destruiu como consequência o comércio (as lojas) e os serviços utilizados pelo povo, com exceção dos serviços bancários. Um banqueiro foi nomeado para o BC e incorporou os Bancos à quadrilha que assalta o povo. O BC cuja função é ser o guardião da moeda, permitiu aos bancos cobrarem 400% de juros do povo, 3 vezes mais do que os agiotas e colocaram 62% da população pendurada nos bancos, sem condições de pagamento. Isso foi possível porque a quadrilha aparelhou o Congresso para eliminar, pela EC 40, todos os incisos e parágrafos do capítulo IV da Constituição. O parágrafo 3º estabelecia a proteção da população contra a USURA: ”As taxas de juros reais e nela incluídas comissões e qualquer remuneração relativa ao crédito, não poderá ser superior a doze por cento ao ano. A cobrança acima desse limite será considerada como crime de usura punido em todas as modalidades nos termos da Lei.” Esse Congresso, que deveria representar o povo, votou para que ele fosse roubado.
7. O governo do PT aumentou o funcionalismo público de 6 para 9 milhões de servidores, deram aumento real de 30% sobre os valores de mercado, e ainda acrescentou 440 mil cargos em comissão, o que resultou em uma despesa anual de 100 bilhões de reais. Essa compra de votos por vias transversas, e compra de apoio ao governo, ficou maior que a arrecadação e o rombo das contas públicas passou a ser coberto com a emissão de dinheiro pelo BC, elevando a dívida pública perto de inviabilizar financeiramente o país.
8. Para evitar a revolta do povo utilizou a mesma política aplicada aos escravos, mantendo 13 milhões de analfabetos e destruindo o que pode na educação.
9. Consideraram as sociedades anônimas com maioria do governo como se fossem suas, o que é terminantemente proibido pela Lei das S.A. e depenaram todas as empresas. A Petrobras, 3ª maior empresa de petróleo do mundo e responsável por 10% da economia nacional, hoje é a empresa mais endividada do mundo.
10. Estamos perto do momento crucial de BANIR esses políticos do governo e enfrentar a tarefa de reconstrução do Brasil com gente séria e muito trabalho com novo governo.

Todas essas medidas estão em vigor e são mantidas pelo atual governo. Ou se elimina essa destruição, ou o país continuará sendo conduzido – como o Museu Nacional – para sua desgraça. A seguir, indicaremos aqui neste blog as medidas para acabar com isso.

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