Para melhor conhecer os candidatos: comentários sobre suas posições públicas

Informação no jornal: o que pensam os pré-candidatos?

Álvaro Dias, Flavio Rocha, Geraldo Alkmin, Boulos, Meirelles, Amoedo, Manuela D’Ávila, Marina Silva.

Perguntas:

1. Criaria imposto unificado sobre bens e serviços?

Cinco responderam que sim; Três responderam que não.

2. Elevaria imposto sobre heranças e dividendos?

Dois responderam sim; Seis responderam não.

3. Promoveria um novo pacto federativo?

Sete responderam sim; Um não se manifestou.

Todos esses assuntos são da esfera do Congresso.

Esses candidatos estão visando um cargo no Legislativo ou no Executivo?

Se eles desejam um cargo no Executivo é pura enganação para divulgarem que têm algum programa. Porém, nada disso é programa de governo, nem pode ser decidido pelo Executivo.

Comentários para o conhecimento do eleitor, e que pode ser usado com segurança em qualquer debate.

1. Sobre a primeira pergunta:

O país tem um custo governo de 37%. Isso colocou toda a indústria brasileira sem condições de competitividade com o resto do mundo.  Nos EUA é de 18%, e na Suíça o custo é de 8%, na indústria mais competitiva do mundo. Unificar impostos não insere o país no concerto das nações, porque nenhum governo local aceita reduzir impostos. As propostas de cinco legislaturas foram para o arquivo do Congresso por serem impraticáveis.

Esse problema tem solução? Sim. Pode reduzir os 37% dos custos para a metade, mas é uma solução que deverá envolver toda a sociedade via plebiscito, porque o Congresso corporativo que temos não aceitará perder seus privilégios concedidos. A metade que devia mas não paga imposto obriga os que pagam a pagarem o dobro.

2. Sobre a segunda pergunta:

Essa é uma proposta de gente ignorante. Já ficou provado no mundo que essa medida quase não acrescenta receita e afugenta investidores, sendo mais prejudicial do que benéfica ao país.

3. Sobre a terceira proposição:

Alterar as instituições para quê ? Por que a distribuição das receitas de arrecadação não está conforme com as novas atribuições de responsabilidades com o serviço público de cada unidade? Isso é um problema administrativo do país e a solução está na alçada do Congresso, pois isso é que está fixado na Constituição. Esse problema só terá solução definitiva com a introdução do Imposto Único pois o Governo Central aumenta impostos que não participam da distribuição com os Estados e Municípios, como o aumento recente do PIS/COFINS dos combustíveis, que fez decolar a greve dos caminhoneiros e suas consequências. Para acabar com o problema basta cancelar esse aumento descabido.

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