Contas que não fecham

O governo PT/PMDB aplicou o veneno de cinco receitas para retirar a força de nossa economia e facilitar a implantação do partido único com governo bolivariano. Vejam só:

1a. receita: aumentar lentamente os impostos internos para garantir dinheiro na mão. O custo Brasil foi subindo de 26% para 37% e deixando as firmas brasileiras em dificuldades para competir com o material estrangeiro importado.

2ª. receita: reduzir por meio de portarias do Ministério da Fazenda de 2013 o dólar aplicado às importações de modo a colocar os produtos estrangeiros mais baratos que os brasileiros.

3ª. receita: reduzir o valor do dólar comercial para R$ 1,61/dólar e com isso ajudar a 2ª. receita deixando ainda mais baratos os produtos importados.

4ª. receita: para ter mais receita para as eleições de 2014, foram criadas as desonerações, isto é, desoneram-se as folhas de pagamento de 1% a 5% e transfere-se o restante para a Receita Federal, virando imposto.

5ª. receita: controle dos preços da Petrobras para segurar a inflação.

Essas são ações que interferem diretamente na economia, geraram consequências danosas e assim instalou-se a crise que já dura 4 anos e, se não forem removidas, vão quebrar o Governo. Países não quebram! É evidente que o Governo não muda porque não quer.

1. Imposto é custo direto, vai para os preços e por esse motivo a inflação ultrapassou o topo máximo da meta. Como acabou o dinheiro das rescisões de trabalho, a recessão derivada da crise deixou a sociedade sem dinheiro. E não adianta cobrar mais imposto, porque ninguém tem dinheiro para pagar. É o que a arrecadação mostra.

2. Em 2014, 26% dos produtos oferecidos no nosso mercado interno eram estrangeiros. Estava implantada a crise. Geramos emprego no estrangeiro e passamos a demitir 3 milhões de brasileiros por ano. Já se passaram 4 anos e chegamos a 13 milhões de desempregados. Mas o Governo não liga para isso.

3. O dólar comercial, fixado artificialmente em patamar muito abaixo do valor real, desestruturou todo o mercado exportador. As transações de exportações são em dólares e convertendo abaixo do valor real é prejuízo certo. Desse modo, nossa exportação despencou.

O Presidente do Banco Central é empresário e estabilizou esse ano o dólar comercial num valor entre R$ 3,00 e 3,50 por dólar, e assim as exportações do Agronegócio, dos minérios e da indústria estão voltando, com isso aliviando a recessão, mas não a crise. A exportação está livre do Governo porque não paga imposto.

4. Pela Constituição, artigo 201, a aposentadoria dos trabalhadores é financiada pelos próprios. Contribuem com o básico de 10 + 12% que vai para Fundo Previdenciário, que paga as aposentadorias. Esse Fundo pertence aos trabalhadores e o Governo não tem acesso, nem contribui para ele. Não tendo acesso, a Receita desviou os recolhimentos do INSS para Tesouro e gastou o dinheiro. O Fundo tinha 120 bilhões de reais que desapareceram, porque ficou pagando as aposentadorias sem a contrapartida das receitas, até o Fundo zerar, em dezembro de 2015. A apropriação indébita acabou com o Fundo, mas as aposentadorias têm de continuar sendo pagas pelo ladrão, ou então que ele devolva o dinheiro desviado. Esse é o rombo da Previdência que foi criado pelo Ministério da Fazenda e agora não têm recursos para resolver. A PEC da Reforma Previdenciária é só uma jogada financeira do Governo para legalizar a apropriação indébita do Fundo e jogar o pagamento das novas aposentadorias para daqui a uns 10 anos.

5. O controle dos preços dos combustíveis causou um rombo de 60 bilhões à Petrobras. Além disso, saquearam a Empresa, transformando a 3ª. maior petrolífera do mundo na mais endividada do mundo! A Petrobras mobilizava 10% de toda a economia. Hoje está em 2%. O Governo alcançou o que queria: o veneno da segunda receita está empurrando a Petrobras para o aniquilamento, como aconteceu com grande parte de nossa indústria. Nada se faz porque é esse o planejamento do Governo Temer, o mesmo de D. Dilma. Hoje a importação de combustíveis é maior que a produção da Petrobras, que está obrigando o país a adotar políticas extraordinárias de preços de combustíveis, só para tentar sobreviver.

Em 2014 o presidente da Gerdau, conselheiro de D. Dilma, dirigiu-se a ela para reclamar que a 2ª. receita (veja acima) estava destruindo a indústria siderúrgica do país, pois não se conseguiria mais competir com o aço estrangeiro. Na semana seguinte, o Ministro Mantega aumentou o dólar de importação dos produtos siderúrgicos e o problema foi extinto.

E o que faz o energúmeno Meirelles para ajudar a Petrobras a se recuperar? Sua incompetência é tanta que ele nem serve para desfazer o que o Ministério da Fazenda fez para implantar essa crise?

AS CONTAS NÃO VÃO FECHAR.

O ROMBO AUMENTARÁ ATÉ QUEBRAR O GOVERNO.

 

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