Até onde vai a resistência da economia?

Acerca do título do artigo do Economista José Roberto Mendonça de Barros publicado em 11/06/17.

Sumário dos comentários em negrito ao artigo por Antonio Didier Vianna – já sem paciência e indignado, como todo o povo, com o que a quadrilha que se apossou do Governo está fazendo com o país…

Começa dizendo que, se Temer for substituído, a transição da transição será difícil.

Em qualquer caso pagaremos o preço!

Preço cem vezes maior está custando ao povo ter ladrões em cargos do Governo desviando para os bolsos o seu dinheiro.

Afirma ele: “o preço a ser pago vai depender de respostas”: o que acontecerá com a inflação e o juro, com a atividade, com o câmbio e com o ajuste fiscal.

Seguem duas questões fundamentais: o que acontecerá com as reformas? Nada disso tem a ver com a crise.

Onde estão os projetos de infraestrutura, único caminho, mais os resultados do Setor Agro, pelos quais os investimentos podem voltar a crescer? Eles só querem dinheiro das outorgas.

Essa é a posição padrão de todos os economistas a serviço do Governo. Ficam jogando dúvidas e enaltecendo análises pontuais do que acontece na economia, e concordando que a recessão chegou ao fundo do poço e “agora o país vai crescer…”.

Tudo só enganação, sem qualquer consistência técnica. Nenhum deles diz como resolver, nem sugerem nada, pois isso pode perturbar os marqueteiros do Governo. Para essas condições, sem qualquer ação concreta para acabar com a crise, vale a pergunta do José Roberto: “Até onde resistirá a economia, isto é, o Brasil real?” E outra: até quando doze milhões de desempregados vão tolerar essa incompetência do Governo que, em 4 anos, não encontrou ou não quer encontrar a solução?

A crise foi instituída pelo governo em 2013 para reduzir a atividade econômica e, com o povo mais pobre, poder mudar o Governo para o sistema bolivariano sem muita reação da sociedade.

Visaram o PIB zero e o Investimento zero. Em dezembro de 2014 o país acordou com essa realidade e já estava instalada a crise gerando três milhões de desempregados por ano e agora a realidade já dura quatro anos. O Governo nada faz, nem a liberação das obras de infraestrutura que por terem contratos específicos com o governo ficam livres de sua interferência viabilizando investimentos.

A reação do povo ficou evidente no processo de impeachment. Agora o processo do STF escancarou a degradação moral institucionalizada pelo governo desse país.

Viva qualquer transição!

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