A desgraça implantada no país

O país tem horizontes negros pela frente. O Governo PT conseguiu destruir a estrutura funcional e administrativa que vinha evoluindo continuamente desde o Império. Clamam por democracia quando sempre orientaram as decisões do Governo no sentido de transformar as instituições democráticas brasileiras numa ditadura comunista/bolivariana. Sempre esconderam essas intenções e compraram os jornais para que não investigassem nem publicassem o que estavam fazendo no aparelhamento do Estado de modo a ter seu apoio e impedir qualquer reação.

Um jornalista do Estadão, de São Paulo, publicou um artigo em que afirmava que quando o dinheiro entra pela porta da frente do jornal, sua opinião sai pela janela. Haja dinheiro para isso.
O ex-presidente Lula foi muito claro e incisivo no Fórum Bolivariano de São Paulo: desejava-se transformar o PT em partido único e as instituições desse país para acolher esse novo regime. Para alcançar esse objetivo resolveu adotar a Cartilha do Partido Comunista de Gramsci para a tomada do Governo sem revolução.

A meta principal dessa cartilha é enfraquecer a economia para reduzir a reação da sociedade brasileira ao que pretendiam. O Ministro Mantega foi o responsável por atingir essas metas. Para isso, usou uma Lei do Governo Collor que dava ao Ministério da Fazenda autoridade para mudar os impostos de importação, e a Constituição que permite o Governo interferir nos demais impostos federais. Emitindo 183 portarias, o Ministro destruiu o Código Tributário Nacional e reduziu o dólar de importação, para colocar produtos importados mais baratos que os aqui produzidos. Sem poder competir, a indústria começou a definhar. Enquanto isso, os marqueteiros do Governo divulgavam artigos em todos os jornais que a indústria nacional não tinha tecnologia nem inovação para competir com os produtos importados. Atingimos 26% de produtos importados oferecidos no mercado doméstico.

Na prática, deixou-se de produzir aqui um quarto da produção da 6ª economia do mundo e progressivamente estávamos transferindo empregos do Brasil para os países exportadores. Iniciou-se assim o espectro do desemprego de triste memória nesse país. Agora já atingiu 10 milhões de desempregados.

Mantega terminou seu mandato reduzindo o PIB (produto interno bruto) a zero. Com as regras do jogo da economia destruídas, os investidores ficaram sem suporte jurídico para suas operações industriais e o investimento também veio a zero. O Ministro tinha atingido seus objetivos.

A crise da economia estava instalada e, do modo como foi estabelecida, vai continuar até que uma outra estrutura legal do país garanta os investimentos aqui realizados. O país continuará com investimento zero, com a indústria falindo, com a arrecadação caindo, com o desemprego aumentando, as lojas fechando, a inflação endêmica, até que tudo fique inviável, quando uma intervenção de força no Governo se torne obrigatória.
Essa crise na economia nada tem a ver com a crise política. Nem o Governo nem ninguém sabe como resolver a crise econômica. Foi fácil destruir, mas não tem volta. O presente mandato de dona Dilma já fez 15 meses com a crise da economia destruindo o país e não existe uma única medida do Governo, ou até sugestão dos especialistas, para pelo menos estancar a destruição.

Embora o Governo venha anunciando há 3 anos que ia licitar a reconstrução da infraestrutura, rodovias, portos, aeroportos, etc., para utilizar o ágio para compensar a falta de arrecadação, nada foi feito porque essas obras ativariam a economia e isso é contra a Cartilha. Isso geraria empregos e mais produtividade ao país. Inadmissível para as diretivas desse Governo.
A Petrobras não foi destruída devido aos preços baixos para ajudar a controlar a inflação.  O Mantega, presidente do Conselho, lá colocado por D. Dilma, é que destruiu financeiramente a empresa, porque somente ela representava 10% das atividades de nossa economia. Para enfraquecer a economia, a Petrobras tinha de ser destruída. E foi.
O Governo aproveitou a desorganização implantada na Petrobras para saquear a empresa e obter recursos que bancassem a continuação da compra dos picaretas do Congresso, financiar as eleições, calar a imprensa. Não foi somente a BR. Desviaram o possível de todos os recursos disponíveis em Furnas, na Eletronuclear, no BNDES, no FGTS e em todos os Fundos de Pensões das empresas gerenciadas pelo Governo.

Agora o dinheiro acabou.

Inclusive no Tesouro Nacional porque a arrecadação é cada vez menor e não dá para pagar as contas do país. E a Lava-jato está atrás de quem roubou e pondo o bando na cadeia.

O medo de serem apanhados generalizou-se. Sem dinheiro para calar os jornais, a imprensa abriu-se totalmente, informando à sociedade brasileira de tudo que se passa na economia, na justiça e na política desse país. Voltou-se a ter as informações de um país democrático. Para a felicidade da Nação, o Congresso reagiu e a maioria retomou o comando da casa do povo.

Deixou de existir a ditadura do Executivo. As instituições brasileiras voltaram a funcionar. Foi apresentado um projeto de impeachment da Presidenta que se desenvolve no Congresso.

Dona Dilma, comunista de carteirinha, com lavagem cerebral efetuada pelo partido, não mudará dos rumos que traçou para o país. Não renunciará e já deixou isso claro muitas vezes. Não muda.

O futuro do país está tenebroso. Se dona Dilma for cassada pelo impeachment, assume o vice Michel Temer. Como ninguém sabe como resolver a crise da economia, o máximo que pode fazer é reduzir a velocidade de deterioração. Mas não é isso que o povão quer. Quer seus empregos de volta e o crescimento da economia para gerar postos de trabalho para seus filhos. E pelo que tudo indica estão dispostos a lutar por isso que lhes foi roubado pelo governo PT.

O vice Temer ainda está como dona Dilma, com a faca no pescoço no processo do Tribunal Superior Eleitoral.

Em qualquer dessas hipóteses, nenhum presidente consegue governar esse país até 2018 mantendo esse “mais do mesmo”. Ou as forças vivas dessa Nação se unem pensando no Brasil e não nas suas sinecuras e negociem uma solução, ou teremos dias muito sombrios pela frente com o povo abandonado e sofrendo cada vez mais e o Brasil economicamente quebrado tendo de ressurgir das cinzas.

Foi esse o legado da traição de Lula ao povo brasileiro que o elegeu.

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