Os desafios da economia – partes 3 e 4

O Estadão de 08/09/14 publicou em 10 páginas o caderno especial sobre as eleições – Economia – contendo numerosos comentários de analistas que são resumidos Nas seguintes manchetes lá realçadas:

 

3. Retomada do PIB – tarefa inadiável.
Nas condições atuais o PIB continuará decrescendo continuamente até o colapso da economia.  Se forem desfeitas as intervenções do Ministério da Fazenda no Sistema Fiscal como indicado no comentário n°2  sobre os desafios da economia, é possível que a economia estacione, o que permitirá se ganhar tempo para a resolução do problema definitivamente, como indicado.

 

4. A crise põe a indústria de joelhos.

Da página dos desafios: “Sem diagnóstico correto do cenário pelo Governo, setor fica refém da escolha errada de prioridades.”

O Governo não tem diagnóstico algum para corrigir a devastação que fez nas indústrias, porque foi o resultado de ações continuadas do próprio Governo para conseguir enfraquecer a indústria e fazer o investimento cair a Zero, isto é, sem possibilidade de qualquer crescimento.

Esse país não tem qualquer razão para estar em crise. O que estão chamando de crise foi o resultado da manipulação do sistema tributário pelo Governo do PT, que foi eleito para administrar o país, e não transformá-lo numa república comunista bolivariana. A crise foi plantada para ajudar nessa transformação dos atos constitutivos do país para o novo sistema ditatorial do PT como partido único, permanente e eternizado no poder.

Felizmente para os brasileiros, Deus colocou a bomba da crise nas mãos dos seus criadores nas vésperas das eleições!

Estão fazendo tudo para tentar tirar o corpo fora, já demitiram até antecipadamente o Guido Mantega e, se Dona Dilma for pressionada, vai dar aquela mesma resposta cínica: Foi o Mantega que fez tudo errado e eu nem sabia. Votem em mim para o próximo mandato porque já demiti o Mantega e logo vai dar tudo certo no meu próximo governo…

A indústria não precisa de prioridades ditadas pelo Governo, nem de política industrial, nem de financiamentos especiais subsidiados. A indústria abomina incentivos porque desestrutura a lei de competição própria do mercado, uma vez que favorece uns em detrimento de outros. E a Constituição define a regra: todos são iguais perante a lei. Basta proibir a interferência no funcionamento das empresas e estabelecer regras fixas e estáveis para que a indústria possa trabalhar.

Vai demorar um pouco para ela poder se recuperar do estrago feito pelo Governo PT, com tantas interferências, e é urgente aprovar a Reforma Tributária do imposto único, que disciplinará a operação do Governo e permitirá a indústria  planejar, investir e trabalhar mais tranquilamente. Se isso for feito,  em poucos anos a indústria brasileira voltará a competir com qualquer empresa do mundo, e o custo de vida para o povo ficará muito mais baixo. Não se precisará viajar para os EUA para se comprar mais barato.

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