Por que a economia parou – partes 1 e 2

Há dois anos, já se observava uma perda de posição da indústria nacional em  relação aos produtos importados. Muito rapidamente os produtos chineses estavam ocupando espaço no mercado brasileiro. Seria conveniente saber o que havia mudado nas regras que conduzem a economia, pois até 2009, não  sentia alteração relevante e a economia continuava se desenvolvendo  Foi constatado o  seguinte:

1. O Custo Brasil foi elevado com impostos dos governos, de 26% para 37%.  Aumento de 42% em 10 anos. Ninguém no governo se preocupou em verificar impactos dos aumentos crescentes desses impostos sobre os demais setores da economia.

2. O imposto de importação fixado no Plano Real em 19% para todos os produtos havia sido reduzido com alíquotas de produtos que variavam de 12 a 19%. Nessas condições, muitos produtos importados começaram a ficar mais baratos que os nacionais, à proporção que aumentavam os impostos internos.

3. O Banco Central foi valorizando o real e o dólar caindo de  R$ 2,5 por dólar até atingir R$  1,6/dólar. Uma valorização de 56%. O produto importado foi se tornando mais barato que o nacional. Depois o dólar foi para 2,2 e aliviou pouco  o setor porque no período a inflação corroeu 70% dessa desvalorização prosseguindo as indústrias sem competitividade com o produto importado.

4. Foi proposta no Congresso uma PEC impedindo o Governo de permitir que produtos importados pudessem ser colocados no mercado nacional mais baratos que os produtos brasileiros. O Governo mandou arquivar essa PEC: uma precaução comum em muitos países.

5. Vários países asiáticos passaram a exportar com cambio desvalorizado em relação ao dólar de até 20% conforme dados da FGV. E o Governo Brasileiro não protegeu seu mercado contra esse ataque comercial dos exportadores estrangeiros.

6. O Ministério da Indústria e Comércio passou a conceder reduções de alíquotas de importação  para 2%. Em 2012 foram 2000 artigos e as isenções chegaram a 4,5 bilhões de dólares. Alem disso a Lei de Importações tem uma lista de isenções que vai da letra “A” a “U” .  A Lei  também garante isenção total às importações do Governo Federal, dos Governos Estaduais e dos Municípios. Não há como competir pagando 37% de imposto contra produto que paga imposto zero. O país deixou de fabricar trens, metrôs e um grande número de equipamentos utilizados pelos governos. Ajudando a importação contribuímos para paralisar a indústria.

7. O Ministro da Fazenda passou a fazer ajustes pontuais na área tributária, procurando aplacar o clamor da indústria. Fez 25 intervenções tributárias no mercado através de portarias (não por alterações da legislação  tributária, que deixou de existir).  Imposto é custo das empresas. Sem poder calcular ou estimar os custos futuros dos novos investimentos, os empresários se encolheram e o investimento privado na indústria foi zerado. Até o investimento estrangeiro se afastou do Brasil.

8. Com tantos desacertos na economia, como era possível que funcionários pagos pelo povo ignorassem que estavam promovendo esse caos? As pesquisas foram ampliadas. O Ministro da Fazenda foi professor da USP e tem um PhD em economia, então com certeza ele sabe disso. Por que está atuando como se seguisse um planejamento bem definido por vários anos para destruir a indústria nacional?

9. Há cerca de um ano o empresário Jorge Gerdau, consultor do Planalto, foi reclamar com a Presidenta que o setor siderúrgico estava impossibilitado de concorrer com o aço importado e isso estava levando o setor a uma crise sem precedentes. Na semana seguinte o Ministro da Fazenda aumentou a alíquota de importação de aços em 15%. Em setembro de 2012  o MF anunciou um aumento de 25% na alíquota de importação de  cem produtos e afirmou que em outubro acrescentaria  à lista mais cem. Não cumpriu o prometido, nem se falou mais nisso, e a indústria continuou definhando. Ele realmente sabia o que estava fazendo. Não faz o menor sentido um Governo que é nosso querer destruir a economia, que também é nossa. Devia haver um motivo prioritário para direcionar as ações com esse objetivo…

10. O  Fórum de São Paulo das nações bolivarianas realizado recentemente sob o comando de Lula esclareceu o assunto:  lá foi externado às demais nações bolivarianas a decisão do Governo do PT de programar  nesses últimos quatro anos seguir a cartilha centenária do partido comunista ajustada por Gramsci para alcançar o poder sem revolução armada e transformar esse país numa república comunista bolivariana, com o partido único dominado por Lula. Ele deixou sua posição bem clara e à viva voz, como mostra o vídeo da conferência. Além disso, a ata do evento lista todas as medidas da cartilha até a tomada do poder. Entre elas, a mais importante é enfraquecer a economia para reduzir o poder de reação da sociedade aos movimentos da ação comunista. Para isso se tornar irreversível, agir para zerar os investimentos no país. É o que o PT tem feito e conseguido.

O Ministro da Fazenda está sendo muito competente na execução de sua parte da cartilha. Zerou os investimentos  e reduziu à metade a indústria. Conseguiu com medidas pontuais manter a macroeconomia do país perto do mesmo valor e, com isso, as análises dos economistas nunca foram contundentes. Ele conseguiu ir destruindo setores industriais menores enquanto protegia os grandes, como a industria automobilística, para enganar a todos como se fossem ajustes devido à crise econômica mundial. E não podia reduzir os empregos, pois isso poderia prejudicar a reeleição do PT.

O Brasil de hoje já contempla duzentos milhões de brasileiros. Tem um ditado milenar que afirma que ninguém consegue enganar muita gente por muito tempo. Todos os arautos desse governo passaram quatro anos mentindo para a população, tentando assim encobrir suas manobras de infiltração comunista e montaram uma gestão de controle de mídia, impedindo-a de criticar qualquer ato do Governo (vejam agora o ataque à Miriam Leitão e ao Carlos Alberto Sardenberg…).

Não dá para se enganar tanto tempo. O povo percebeu estar sendo enganado quando constatou que  desviavam os recursos orçamentários destinados ao funcionamento adequado dos serviços públicos e utilizavam esses recursos  para comprar o apoio dos políticos, comprando partidos e aprovando alterações na Constituição, preparando-a  para o desfecho final da tomada do poder pelo PT.

O povo, não suportando mais o desleixo com os péssimos serviços oferecidos, foi às ruas em massa bradando um BASTA. Pedia melhores serviços de saúde, educação e transporte urbano. Mas continuou tudo na mesma. O PT estava e continua obstinado a prosseguir com o planejamento da cartilha.

Apesar de todo esse trabalho, o Ministro da Fazenda não conseguiu parar a economia. Os empresários, não vendo condições fiscais para investir na indústria, dirigiram seus investimentos para a área de serviços, o agronegócio e minérios, pois a caneta do Ministro não alcança esses setores.

A reação empresarial deve ter complicado a execução do governo com  o extraordinário crescimento dos serviços e da exportação de grãos e carne, fazendo com que o emprego permanecesse alto e a economia funcionasse, embora com muitas indústrias fechando. O arcabouço imposto pelo MF tem efeitos colaterais e  leva à deterioração da economia, das contas públicas, do pagamento dos juros da divida pública, da balança comercial, da manutenção da inflação.  Conduz a situações críticas que estão aflorando agora. A estratégia do PT de permanecer no Governo via introdução do neocomunismo no Brasil talvez o leve a ser derrotado nas urnas.

Agora está ficando transparente que a indicação de um gerente para presidente foi por sua formação de comunista, por ter cursado os métodos da Cartilha neocomunista. Não era para ser a gerente da administração do país como anunciava Lula, mas para gerenciar a execução do planejamento da Cartilha, como tem feito.

Vejam os itens da Cartilha na internet e constatem a abrangência do que estão executando.

FOI O CONJUNTO  DESSAS AÇÕES LISTADAS NA CARTILHA O QUE FEZ O PAÍS PARAR DE CRESCER.

Verdade é que não foi para isso que o povão votou e elegeu o Presidente da República. Agora, que o povo se conscientizou que foi enganado, quer fazer as reformas pedidas na rua, porém com um novo Governo.

Setenta porcento (70%) dos eleitores vêm reafirmando isso em todas as pesquisas de opinião há mais de um ano. Trinta porcento (30%) permanecem fiel ao governo eleito. Há muitos anos os eleitores desse país não são tão diretamente pressionados para decidir pelo voto as condições do futuro desse  país onde pretendem viver com sua família e seus filhos. Votem e decidam. Votar em branco ou nulo não isenta de responsabilidade ninguém, pois a desgraça irá cair sobre todos, inclusive os que se omitirem de ir às urnas.

 

Entre as ações previstas na cartilha do neocomunismo, a mais importante é o enfraquecimento da economia como detalhado na parte 1 desse artigo. Zerar os investimentos faz parte dessa estratégia por impedir qualquer esforço de recuperação da economia. O PT já conseguiu êxito total nessas ações. Nesse ano de 2014 a economia parou e o investimento zerou.

Existe um aspecto mais profundo nessa desestruturação da economia. É a indústria que gera a maioria da riqueza do país e é também a maior fornecedora de impostos para os governos. A maior parte dessa riqueza fica nas mãos do povo, e é preciso retirar o dinheiro na sociedade, pois pode ser usado para financiar uma revolta contra a subversão das instituições.  No governo do PT, o país já perdeu metade de sua indústria. Como efeito colateral, o Governo arrecada cada vez menos e cresce continuamente a criatividade para que a contabilidade criativa vá cobrindo os rombos nas contas públicas.

A multa de 20% do Fundo de garantia de tempo de serviço (FGTS) foi estabelecida pelo Congresso Nacional após uma ampla discussão para restituir as perdas relativas aos vários planos de estabilização no Brasil de inflação nas alturas. O dinheiro foi recolhido e o INSS devolveu aos prejudicados as perdas sofridas. Esse fato foi comunicado ao Congresso que votou por ampla maioria o cancelamento da multa por ter sido cumprida a finalidade da lei. Esse fato ocorreu em 2013. As indústrias já apresentavam graves dificuldades operacionais. Dona Dilma vetou  a Lei do Congresso e obrigou seus congressistas comprados a transformar a Lei num imposto adicional porque precisava do dinheiro para o Programa Bolsa Família. O Fundo de Garantia pertence aos trabalhadores, não é dinheiro do Governo. O que o Governo fez foi apropriar-se desses recursos, transferindo mais encargos para as indústrias. Nas fases subsequentes da cartilha, espera-se que as indústrias estejam desestabilizadas financeiramente, de modo a tornar fácil comprá-las por valor irrisório e transformando-as em empresas estatais.

Outra estratégia da cartilha é estimular e criar tumultos frequentes em todo o país, de modo a deixar a sociedade irritada com os serviços públicos e com os tumultos frequentes com passeatas, interrupções no trânsito, dificultando o povo de voltar para casa depois do trabalho. A inflação, sorrateiramente, é o gerador da maioria desses tumultos.
O governo PT conseguiu nos últimos 3 anos manter a inflação muito próximo do topo da meta. Isso permite a Dona Dilma continuar anunciando que conseguiu estabilizar a inflação. Esse discurso é só para enganar. Na realidade essa inflação gera redução dos salários reais dos trabalhadores que, insuflados pelos sindicatos, iniciam greves quase contínuas principalmente nos serviços públicos, geralmente nos que mais impactam na vida das pessoas, como o transporte urbano. Por exigirem sempre mais que a inflação, as negociações se prolongam e as greves também, e aproveitam os tumultos para gerar depredações que prejudicarão mais ainda os transportes.

Foram queimados mais de 700 ônibus. A falta deles aumenta a demora na espera. Tudo feito para irritar o povão para que joguem a culpa nos governos desacreditando-os. Como vários dissídios foram parar na Justiça Trabalhista alguns sindicatos foram punidos pelos juízes. Também não conseguiram desestabilizar os governantes locais. Essa agitação não colou porque o povo mais instruído se conscientizou que era má-fé dos sindicatos e apoiou a repressão tanto da policia como da justiça.

Com a compra dos congressistas pelo PT, o Congresso votou uma Lei introduzindo a cobrança compulsória de um dia de trabalho de todos os trabalhadores do país para o Fundo Sindical. Esse fundo é distribuído mensalmente entre os sindicatos. O fundo totalizou cerca de 350 milhões de reais em 2012.

Os sindicatos têm toda a aparência de independentes e o PT não aparece, mas há elementos-chave que direcionam suas manifestações. Com o imposto sindical, o PT comprou o apoio dos sindicatos. São eles que insuflam as greves e a “Gerenta” do neocomunismo promove a razão das greves, via inflação.

Com a desculpa de segurar a inflação foram instituídos os preços controlados, providência conhecida e já utilizada por quase todos os países inclusive o Brasil. Está comprovado que isso não funciona, mas a insistência em sua aplicação vai desestruturando a economia.

O PT resolveu controlar o preço da gasolina e as tarifas de energia elétrica. Sabem que a manobra não funciona, mas serve para desestruturar ainda mais a economia. A política econômica desse Governo nunca se desviou das ações para destruição da economia.

Com medida provisória, destruiu a estrutura de operação do setor elétrico para fazer uma jogada eleitoreira de redução de tarifas e levou o setor a uma crise monumental que demandará no mínimo três anos para voltar à estabilidade existente no governo Lula. Isso se houver competência para reorganizar o setor…

Congelar os aumentos dos combustíveis levou a Petrobras à mais séria crise de sua história. O governo fomentou a venda de veículos com redução de impostos e crédito longo e fácil para enganar que a economia estava funcionando, enquanto sorrateiramente a estava destruindo.

O consumo de combustíveis aumentou rapidamente obrigando a Petrobras a importá-lo, pagando o valor do mercado externo para vendê-los no mercado nacional mais barato, assim contabilizando um prejuízo enorme. Com a irresponsabilidade de intervir na economia sem competência, obrigou-se, por lei do Congresso, que a Petrobras deveria ser a executora de todos os licitantes do pré-sal e participar com 30% dos projetos. Isso foi adicionado ao plano de investimentos da empresa que já eram elevadíssimos para continuação dos trabalhos de desenvolvimento dos seus campos de petróleo do pré-sal e de vários outros no litoral brasileiro.

O congelamento dos preços de combustíveis foi reduzindo a disponibilidade de caixa da empresa exatamente numa época de pico dos investimentos. O resultado é que foi aumentando seu endividamento e o prestígio internacional foi desaparecendo. Se a Petrobras se endividar mais, poderá perder seu grau de investimento, complicando ainda mais sua situação financeira. O leilão de Libra já foi uma solução de desespero: era um campo descoberto, perfurado e delimitado pela Petrobras. Mas onde estavam os recursos para desenvolvê-lo? Não tinham e continuam não tendo. Mas imaginaram uma jogada criativa para transferir 15 bilhões de reais da Petrobras para os cofres do governo via bônus estipulado para a concessão da exploração de Libra. Para concretizar a operação tiveram de negociar com grupos estrangeiros que passaram a dividir parte dos investimentos com a Petrobras. Mais sangria do caixa da Petrobras transferindo dinheiro para o Governo, que tinha pressa de receber para dizer que estava com as contas controladas.

A propaganda do Governo transformou essa venda do patrimônio público a grupos estrangeiros como sendo algo extraordinário que ia resolver o problema da educação do país com a destinação dos royalties do petróleo produzido de acordo com uma lei que aprovaram no Congresso.

A enganação é tão absurda que D. Dilma afirma que, em seu próximo mandato, a demanda do povo para educação estará resolvida com esses royalties. É uma enganação total pois ela sabe de tudo, e se não sabe tinha obrigação de saber, pois foi presidente do Conselho da Petrobras durante muitos anos.

Se a Petrobras tivesse a plenitude de suas condições operacionais e financeiras, talvez pudesse começar a extrair esse óleo de Libra daqui a uns 6 (seis) anos. No próximo mandato esse recurso não existirá. Tentaram roubar o royalty dos campos antigos contratados com os estados produtores. Mas enquanto esse País for regido pela Constituição, será preciso respeitar contratos assinados. Os Estados levaram o assunto ao STF e não se falou mais nisso. Mas teve até Prefeito que foi a Brasília para saber quanto já iria receber de dinheiro…

O congelamento do preço da gasolina inclui automaticamente o congelamento do preço do álcool. Para a Petrobras o governo amenizou o impacto cancelando o imposto sobre a gasolina, a CIDE,  mas o setor sucroalcooleiro teve seus custos crescentes que com os preços fixos passou a produzir perdas crescentes atingindo a casa dos 60 bilhões a dívida das empresas do setor. Nas últimas cinco safras, 44 usinas fecharam, outras 33 estão em regime de recuperação judicial e 12 não moerão cana este ano. O espectro do desemprego ronda 1.000 (mil) Municípios onde se planta cana e é isso que a estratégia da cartilha quer para desesperar uma multidão de desempregados, apresentando o neocomunismo como solução para seus problemas. Com isso, o Governo obtém o apoio do campo no interior do país.

Política com o mesmo fim foi tentada usando a FUNAI para, descumprindo a demarcação das terras indígenas estabelecida na Constituição, fomentar os índios a exigirem as terras dos seus ancestrais no entorno das reservas. Os agricultores que têm propriedades nessas terras estão lá há dezenas de anos. Possuem escritura lavrada de posse, e está tudo legalizado. Sabem que os índios não têm direito algum e usaram de toda a reação legal e até armada. A ideia era conflagrar o campo pois foi esse o caldo para introdução do comunismo na Rússia há cem anos. Há 100 anos! Mas tudo mudou no mundo desde então. Inclusive os próprios russos baniram de lá o partido comunista, mas os daqui se apegam a obsessão pelo poder, pois não têm competência para ganhar dinheiro trabalhando.

Os incompetentes do Governo preferem se apropriar do patrimônio que é do povo e satisfazer sua soberba reprimida. A Revista FORBES, conceituada mundialmente publicou na sua capa a foto do Lula informando que tinha uma fortuna de 2 bilhões de dólares. Isso foi divulgado na internet. No Brasil ninguém tocou no assunto. Também ninguém contestou. Se tem todo esse dinheiro, para que quer mais? Só pode ser por delírio de ambição e soberba para mostrar ao mundo que ele é o cara, o melhor, o dono do Brasil. Agora está com ódio porque o povão não aguenta mais, e começa a achar que o Brasil Tem que Mudar.

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2 Respostas para “Por que a economia parou – partes 1 e 2

  1. Que texto confuso.
    E totalmente incoerente, fala em risco Brasil, um conceito que ja se mostrou inexistente.
    Criado na campanha do famigerado Fernando Colkor (aquele que passou um fim de semana todinho criando a sua operaçao Paraguai com outros pilantras, digo seus ministros) cuja objetivoe gerar medo, divulgando inverdades como esta.
    O risco Brasil e o medinho da oligarquia agraria, dos banqueiros e do empresariado de grandes fortunas que o Brasil esteja se desvinculando economicamente da dependencia economica dos paises ricos, particularmente dos Estados Unidos.
    A historia ja mostrou que assimque a geraçao de miseria se perpetua, somada a falta de educaçao fica facil manipular a opniao publica.
    Hoje qualquer um pode ver que a economia nao esta decrescendo, muito pelo contrario, o fato de ter uma classe privilegiada que sempre esteve no topo da piramide social tao incomodada e pq a miseria diminuiu, a classe media cresceu, adquiriu bens de consumo, viajou, lotou aeroportos e o filho da empregada pode ate estudar noexterior, por causa de bolsas que ate bem pouco tempo so a elite riquinha tinha acesso.
    Hoje esta empregada tem que ter carteira de trabalho assinada, tem ferias, 13° salario,dignidade e poder aquisitivo.
    Isto fez que a piramide social fosse trocada por um losango, onde existe uma classe privilegiada no topo, assim como uma parcela social que representa quem esta na miseria, mas esta base diminuiu e muito na ultima decada e o meio “inchou” pq muitos ascenderam em cclassificaçao social.
    Este e o real motivo do descontentamento dos senhorea, usam chavoes, super batidos para pedir mudanças, querendo a volta de um sistema cuja principal caracteristica e a falsa informaçao.
    Para esclarecer.os senhores preciso dizer que a mudança no quadro social nao significa que o comunismo ou socialismo foi estabelecido no pais, significa que houve uma real diminuiçao da miseria ou seja, da barbarie que motiva esta revolta.
    E nao me venham se proclamando fieis seguidores de uma etica, moral que sei que os senhores desconhecem, ate porque se nos temos saude, educaçao deficientes, este quadro nao surgiu recentemente . Se nunca se falou tanto em corrupçao, e porque se nao ha liberdade de imprensa, de manifestao e compromisso dos orgaos reguladores com principios eticos a sujeira vai pra debaixo do tapete.
    Por 350 anos o brasileiro se espelhou na Europa, nos outros 50 anos, divulgou-se que o que e bom para os EUA e bom para o Brasil, enquanto isso se prendia, torturava, matava e desaparecia quem ousou pensar que deveria acabar com a miseria, que saude, educaçao, liberdade seriam um direito de todos. Por isso os senhores estao vendo o monstro comunista neste momento.

    • Sondilheu, você só pode ser mais um que está mamando com este governo. Quer a prova disso? Fazer este comentário às 9:00 horas de uma segunda-feira. Com certeza o povo que está pagando a conta só pode fazer os comentários nos finais de semana o que não é o seu caso!

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