Posição dos Candidatos

1. Numero de Ministérios.

Dilma – deixar os 39 como está.

Aécio – redução pela metade, isto é, redução para 20.

Campos – redução, mas não diz quantos.

Comentários – O mundo todo já concluiu que não é eficiente tentar comandar mais dez subordinados sob uma direção. Seja de diretores da empresa, de ministros ou de gerentes. Essa regra de administração não é uma obrigação, mas dá uma ideia do nível e da qualificação dos administradores. Quase todas as empresas do mundo usam essas regras. Aqui no Governo do Brasil, como ninguém cobra eficiência, esse número não tem relação com a administração. É moeda de barganha política e manter essa política significa querer manter a governança desse país como a das mais ineficientes entre os países civilizados.

2. Reeleição.

Dilma – quer deixar tudo como está, com reeleição, para manter o governo do PT permanente e único partido como deseja Lula e os comunistas associados ao Governo.

Aécio – defende o fim da reeleição, mandato de 5 anos e coincidência das eleições.

Campos – o mesmo que Aécio

Comentários. O país, pela experiência vivida na nossa República, já tinha concluído ser essa a política melhor para a sucessão da governança desse país e essa foi a regra estabelecida pela Constituição. Aconteceu o que é um defeito de seres humanos, depois de alcançarem o poder não querem mais deixar essa condição. Esses pobres de espírito esquecem que o poder existe, mas a vida acaba e pode ser curta. Fernando Henrique quis continuar, comprou maioria no Congresso e aprovou emenda Constitucional permitindo sua reeleição. Deu a ideia do mensalão que só não foi à Justiça porque o Ministro Motta, articulador no processo morreu e as provas desapareceram. Veio o Lula e montou um mensalão muito mais abrangente destinado a converter a democracia brasileira numa ditadura do executivo com o Congresso às ordens para aprovar as leis que quisessem. Devido à denúncia do deputado Roberto Jeferson por não lhe terem pago o combinado, foi gerado o processo judicial do Mensalão. Mas Lula resolveu criar tantos ministérios quantos fossem necessários para comprar o apoio de partidos para a bancada do Governo, só que com esse sistema quem paga tudo é o próprio Governo e não há risco de processo. Evidentemente aumenta as despesas, obriga a elevar os impostos, gera inflação, e levou a economia à estagnação.

A volta ao sistema original é o retorno lógico à evolução republicana do país. Todas as reeleições só prejudicaram os segundos mandatos dos reeleitos. Com a Dilma, com repique do PT, foi ainda pior.

3. Banco Central. 

Dilma – vinculado ao Governo Central.

Aécio – autonomia ao Banco Central

Campos – autonomia ao Banco Central.

A principal função do Banco Central é ser o guardião da moeda. Os Estados Unidos por ser o dólar a referência monetária mundial, para eles o dólar é o dólar e os outros países que se virem para estabelecer o nível de conversão de suas moedas. No Brasil inventaram o câmbio flutuante. A flutuação do câmbio afeta a dívida das empresas que têm parcela de sua contabilidade em dólares e isso é péssimo para os negócios, aumentando o risco da operação as margens de lucros para cobrir esse risco. A cobertura desse risco diminui a competitividade e o custo para a sociedade.

Os países mais prósperos e com as economias mais estáveis do mundo mantêm o câmbio praticamente estável permanentemente. Na China em 1983 quando da visita do Presidente Figueiredo, o yuan valia 6 por dólar. Hoje é praticamente o mesmo. O dólar Hongkong era 10 por dólar, e permanece até hoje. O franco suíço é o mesmo sempre. A flutuação do euro é muito pequena, apesar das crises financeiras que tem atravessado.

No Brasil o Banco Central tem a função de ser o xerife, supervisionando os bancos e isso foi fundamental para termos um sistema bancário confiável. Por ter um mercado interno  muito grande todos querem exportar para o Brasil e desvalorizam suas moedas para levar vantagens sobre a custos da produção nacional. A defesa desses ataques hoje é função do Ministério da Fazenda e dos órgãos de defesa comercial do MIC. Talvez fosse conveniente passar essas funções para o Banco Central com  poder para emitir e executar as ações que forem necessárias para evitar os efeitos dessas investidas estrangeiras, vindas de onde vier.

O que não pode é o Banco Central usar o câmbio para atuar sobre a inflação como está fazendo o Ministro Mantega hoje, razão de D. Dilma querer o BC vinculado a ela.

4. Inflação.

Dilma – é a causadora da inflação com aumento constante de impostos e promover a gastança do Governo. Fixou meta de 4,5% ao ano no início do seu Governo e ela tem batido em 6% todos os anos, apesar do congelamento do preço da gasolina e da energia elétrica com tendência atual de aumento, pois a gastança continua aumentando.

Aécio – defende a redução, mas para mantê-la no centro da meta de 4,5%.

Campos – defende a redução para 3,5%, mas não diz como alcançar isso.

Ninguém declara a decisão de só gastar o que arrecada. Se isso for feito sem aumentar impostos, a inflação zera.

5. Reforma Tributária.

Dilma – disse que faria uma reforma fatiada, só para enganar que estava fazendo algo a respeito. Nada fez e o Governo não fala sobre o assunto há dois anos.

Aécio – Propõe a criação de uma Secretaria que apresente uma proposta em 6 meses. Isso é pura embromação. Governo novo até criar uma Secretaria e instalá-la com pessoal adequado, vai levar pelo menos 6 meses e quem garante que equipes do Governo, geralmente medíocres, terão competência para produzir uma proposta complexa como essa sujeita a pressão de muitos interesses contrários?

Campos – Defende uma reforma tributária fatiada em fases e de longo prazo. Na realidade,  hoje em dia nem ele nem sua equipe sabem o que fazer.

O país está estagnado porque o seu sistema fiscal foi destruído pelo Governo e pelos políticos. Agora sabemos que isso foi feito exatamente para enfraquecer nossa economia para facilitar a conversão desse país na ditadura do Partido Único, o PT comunista.

Comentários gerais

Para dinamizar sua economia é imprescindível aprovar uma Reforma Tributária para permitir fazer negócios permanentes novamente.

Existe proposta de reforma fiscal do imposto único processada pelo Congresso durante anos que espera para ser levada a plenário por 12 (doze) anos porque o atual Governo é contra. Uma proposta atual e completa foi colocada à disposição dos candidatos na internet. Não as estudam ou usam porque? Só pensam nos votos? Mas que contrapartida para esses esperados votos? O povão está cheio tendo de bancar os maiores custos de Governo do mundo para ter péssimos serviços públicos em todas as áreas. Basta! Tem que mudar! Está ficando difícil respirar e evoluir pessoalmente nesse país. Se o novo Governo implantar a Reforma Tributária do Imposto Único como está proposta, o povo vai tirar o Governo das costas, enquadrá-lo para impedir de elevar impostos e eliminar 50% da corrupção e da burocracia desse país.

Os candidatos, todos, escutam e vêm escritas as demandas do povo por mudanças desde as demonstrações de rua, de junho do ano passado e até hoje, parece que nem pensaram em como atender ao povo. Só pensam e querem é o voto para manterem as mamatas e a corrupção galopante que desgraçam esse país? Querem o equivalente a receber um cheque em branco para fazerem o que quiser com ele? Mas com que garantias para esse crédito que se candidatam a receber? O povo está com raiva. Se não sentir que vão atender a suas demandas, o que vai acontecer? Haja falta de sensibilidade humana.

 

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